(POV: Sophie)
Eu o olhava, mas era como se estivesse vendo um estranho através de um vidro embaçado. As palavras de Alexandre ainda ecoavam no quarto, confissão de sentimentos que deveria ter me trazido paz, mas que só servia para aumentar o meu desespero. Eu me sentia no limite, como se estivesse caminhando sobre uma corda bamba esticada sobre um abismo.
Eu o observava e, embora meu coração ainda batesse por ele, o medo era uma barreira impossível de ignorar. “Como eu poderia acreditar nele?’