(POV: Sophie)
Acordei com o sol invadindo o meu quarto, uma luz suave que prometia um dia tranquilo. O lado da cama de Alexandre estava vazio e frio, o que me fez presumir que ele já havia partido para o trabalho. Um alívio sutil me percorreu; a dualidade de sua presença, tão protetora e ao mesmo tempo tão sufocante, estava se tornando um fardo pesado demais para carregar.
Levantei-me, sentindo o corpo um pouco pesado, mas pelo menos a náusea matinal, que se tornara minha companheira diária,