O antigo quarto de Sophie era pequeno, mas exalava um calor que Alexandre raramente sentia. Ele se deitou ao lado dela, observando como o rosto de sua esposa relaxava conforme o sono a vencia. Sophie dormiu rápido, exausta pela tensão do dia e pela suposta anemia que a drenava.
Alexandre estendeu a mão e acariciou o rosto dela. O toque era leve, quase uma reverência. Ele pensou na pergunta que ela fez mais cedo sobre sua mãe. Um nó se apertou em sua garganta.
“Se minha mãe tivesse tido a opo