O antigo complexo Aurora permanecia em silêncio.
Sem o zumbido constante dos servidores, o lugar parecia finalmente respirar.
Era estranho.
Durante tantos anos, aquelas paredes haviam testemunhado dor, medo e decisões irreversíveis.
Agora, pela primeira vez, eram apenas paredes.
Aurora havia acabado.
Mas uma despedida ainda precisava acontecer.
Na manhã seguinte, Helena Fundadora acordou cedo.
Encontrou Caio sentado no chão da pequena sala onde costumava desenhar.
Os lápis estavam espalhados ao