Capítulo 173 — Um Nome Que Não Significa Nada
O bip constante foi a primeira coisa que Adrian ouviu.
Regular.
Frio.
Artificial.
Como se alguém estivesse marcando o tempo da vida dele em pequenos avisos sonoros.
Depois veio o cheiro.
Antisséptico.
Limpo demais.
Vazio demais.
Ele tentou respirar fundo.
Uma dor aguda atravessou o peito imediatamente.
Os olhos se abriram em um movimento lento.
Pesado.
O teto branco surgiu acima dele.
Luzes fluorescentes.
Placas metálicas.
Um mundo silencioso que nã