Capítulo 149 — Silêncio nas Alturas
O avião avançava estável entre as nuvens.
Lá fora, o céu parecia infinito.
Lá dentro… o tempo começava a falhar.
O bebê estava deitado dentro da incubadora portátil, envolto por fios finos e sensores luminosos que piscavam em ritmos irregulares. A respiração pequena, antes estável, agora vinha em intervalos estranhos.
Curta.
Fraca.
Como se cada tentativa de inspirar exigisse uma luta invisível.
A enfermeira percebeu primeiro.
— Saturação caindo.
A voz saiu ba