O silêncio que ficou depois ainda carregava tudo.
A respiração dele foi a primeira a desacelerar, aos poucos, enquanto a minha ainda tentava acompanhar. Eu não me mexi de imediato, ainda sentindo o corpo pesado, quente, como se qualquer movimento quebrasse aquele momento.
Victor passou a mão devagar pelo meu braço, como se ainda estivesse ali, presente, antes de finalmente se afastar um pouco.
A ausência do corpo dele foi sentida na hora.
O ar pareceu mais frio.
Ele ficou me olhando por um