Minha respiração ainda estava irregular quando ele voltou a se mover com mais firmeza, e dessa vez eu não tentei acompanhar — eu só reagi. Meu corpo já estava completamente entregue à sensação, respondendo a cada movimento como se não tivesse mais escolha.
Minhas mãos se fecharam mais nele, puxando, sem paciência, sem cuidado.
— Victor… — chamei de novo, mas agora não tinha nada de hesitação na minha voz.
Ele soltou um som baixo, quase um riso contido, encostando a testa na minha por um s