Alex
O silêncio era nosso cúmplice. Nossos olhares trocavam segredos, nossas respirações se aceleravam em sincronia, e cada gesto parecia prolongar o tempo, suspendendo o mundo lá fora.
— Você sempre me enlouquece — murmurei, quase sem ar, sentindo cada centímetro da minha pele vibrar com suas investidas; cada pulsar dele sobre minha calcinha era um frenesi.
Ele riu, rouco, inclinando a cabeça, aproximando os lábios dos meus sem pressa, mas com intensidade. Um beijo que não precisava de palavra