SOFIA BELLANDI
O jato deixou o solo italiano pouco depois da meia-noite.
Só consegui respirar quando as luzes de Palermo se transformaram em pequenos pontos dourados abaixo das nuvens. Permaneci junto à janela, com os dedos presos ao cinto de segurança, enquanto a aeronave ganhava altitude e carregava comigo tudo o que eu ainda não conseguia compreender.
Eu realmente tinha fugido.
Naquele momento, minha família provavelmente ainda acreditava que eu estava no apartamento de Mavi. Rocco esperava