DOMINIC BELLANDI
Não dormi durante a noite.
Alina permaneceu no hospital porque o médico decidiu mantê-la em observação até que os efeitos do sedativo desaparecessem completamente. A pressão havia estabilizado, os exames não mostravam qualquer dano e ela já conseguia discutir comigo, o que considerei um excelente sinal.
Ainda assim, não queria deixá-la.
Minha ruiva estava fraca, irritada e estranhamente evasiva sempre que eu perguntava o que havia acontecido no apartamento. Alegava não se recor