Emma narrando.
— Ótimo. — digo, cruzando os braços com calma, enquanto encaro os dois, que parecem se entreolhar em silêncio antes de voltar os olhos para mim. — Façam logo a merda das pazes. Eu não estou com o menor saco pra esse teatrinho ridículo. — completo, soltando um suspiro impaciente.
Eles trocam olhares carregados de desdém, e aquilo é a gota d’água para mim. Ergo a arma com firmeza e atiro contra o balcão da cozinha, fazendo um estrondo seco ecoar pela sala.
— TÁ MALUCA?! — grita Lu