Emma.
Respiro fundo mais uma vez, tentando segurar as lágrimas que insistem em cair. Eu não vou chorar. Por mais que doa, não aceito chorar. Não agora. Não depois de tudo.
Saio do elevador e retorno ao escritório de Thomas. Os outros ainda estavam lá. Assim que entro, todos os olhares se voltam para mim.
— Emma, está tudo bem? — Giulia pergunta ao me ver. — Você está pálida. Aconteceu alguma coisa?
Todos me encaram com preocupação. Inclusive Thomas, que vem até mim.
— Acho que o almoço não me