Uma semana depois.
Emma narrando
Meu corpo dói. É uma dor difusa, constante, que pulsa com cada tentativa de me mover. Sinto como se algo pesado estivesse me pressionando contra o colchão, impedindo qualquer esforço.
— Luke... — chamo por ele, mas minha voz mal passa de um sussurro rouco. — Luke, me ajuda...
Minhas pálpebras se abrem com dificuldade, como se pesassem toneladas. A claridade quase me cega, minha visão fica embaçada e turva, os contornos borrados como se eu estivesse debaixo d’águ