Emma
Passavam das dez e meia da manhã quando saí da cafeteria. Guardei meu livro na mochila e coloquei os fones de ouvido, escolhendo uma música aleatória enquanto seguia pelas ruas de Chicago.
Havia algo reconfortante em andar sem rumo, perdida em meio a um mar de pessoas. Algumas me lançavam olhares curiosos, outras apenas seguiam seus caminhos, como se eu fosse invisível. No meio do trajeto, parei em uma floricultura. Comprei alguns lírios e tulipas, paguei em silêncio e voltei a andar.
M