POV: ARCHER
Eu estava sentado naquela poltrona dura, sentindo o peso do mundo nas minhas costas, enquanto olhava para o corpo frágil de Avril estendido na cama. Seus cabelos estavam desarrumados, espalhados sobre o travesseiro, e seu rosto, pálido, contrastava com os lençóis brancos do hospital. A sala estava quieta, exceto pelo leve bip do monitor cardíaco ao lado da cama, que era a única coisa que me dava a certeza de que ela ainda estava ali, lutando.
As últimas horas tinham sido um pesadelo