****GAYA MATARAZZO ****
Algum tempo após fugir da cozinha, amedrontada pela reação acalorada de André, ouço passos do lado de fora do quarto.
Uma batida à porta e a voz firme, mas suave, do dono da casa ecoa no corredor.
— Desculpe, Gaya, não quis te assustar. Jamais a machucaria, nem farei nada que não queira, só me deixa entrar, conversa comigo.
Dá para sentir que ele está mais calmo, esperou a raiva passar para vir atrás de mim e eu agradeço por isso.
— Entre, a porta está aberta.
Fito