Abro os olhos e a escuridão do quarto me envolve. O relógio do despertador marca três horas no instante em que a quietude da noite é quebrada pelo suave murmúrio de Luca, através da babá eletrônica.
Me levanto e percebo Gaya se remexer para acender o abajur.
— Tá na hora? — pergunta sonolenta enquanto senta na cama.
— Parece que Luca precisa de fralda limpa e delivery de leite. — brinco e ela ri.
— Já vou.
Do outro lado do corredor, a luz suave revela nosso pequeno pacote de alegria se agitando