A manhã de segunda-feira começou com o ritmo habitual e frenético do centro financeiro de Manhattan, mas para Dalila Fontes, o cenário tinha um único propósito. Sentada no banco traseiro do sedã preto estacionado de forma discreta a meia quadra da Construtora Vance, ela mantinha os olhos fixos na entrada monumental do edifício de vidro. O motorista mantinha o motor ligado em marcha lenta, permitindo que o aquecedor aplacasse o ar fresco da manhã.
Dalila segurava um copo de café descartável, mas