A respiração de Alice bateu quente contra o meu pescoço, um contraste absurdo com o ar condicionado do carro. Minha mão continuava firme na curva farta da sua bunda, apertando o tecido verde-esmeralda e sentindo a maciez da pele dela logo abaixo. O volume rígido do meu membro latejava contra a sua coxa, cobrando cada segundo de autocontrole que eu vinha sustentando desde as duas da tarde. Eu estava a um milímetro de acabar com aquela distância, de calar a boca dela com um beijo que vinha ensaia