O som da sirene da ambulância cortando o trânsito da Quinta Avenida ecoava como um ruído ensurdecedor dentro da minha cabeça, mas nada se comparava ao pânico que corria pelas minhas veias. Os paramédicos entraram no trigésimo andar empurrando uma maca retrátil, movendo-se com agilidade pelo carpete escuro. Eu não queria soltá-la. Quando tentaram me afastar para colocar a máscara de oxigênio no rosto pálido de Alice, meus dedos se prenderam ao tecido do casaco dela por puro reflexo, até que Edua