- Mas eu ainda quero...
Severino olhou para Íris, hesitante em falar, com uma expressão de dar pena.
- Quer jogar, não é? Não pode!
Íris falou com uma autoridade que parecia a de um diretor escolar.
- Se não pode, não pode!
Vendo suas esperanças desmoronar, Severino, frustrado, cobriu a cabeça com o cobertor e simplesmente caiu num sono profundo.
Essa mistura de ferocidade e timidez era estranhamente fofa. Ouvindo que Íris estava de partida, ele rapidamente tirou o cobertor e perguntou de longe: