Capítulo 297
- Mas eu ainda quero...

Severino olhou para Íris, hesitante em falar, com uma expressão de dar pena.

- Quer jogar, não é? Não pode!

Íris falou com uma autoridade que parecia a de um diretor escolar.

- Se não pode, não pode!

Vendo suas esperanças desmoronar, Severino, frustrado, cobriu a cabeça com o cobertor e simplesmente caiu num sono profundo.

Essa mistura de ferocidade e timidez era estranhamente fofa. Ouvindo que Íris estava de partida, ele rapidamente tirou o cobertor e perguntou de longe:
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