KESIA MESSINA
—Oi maninho.
Ele fechou a porta atrás de si.
Ergui uma sobrancelha.
—O que é Hugo?
—Seu marido matou uma pessoa hoje. — Proferiu.
Por isso ele chegou tarde em casa.
Fiquei muda sem saber o que dizer.
—Kesia. Larga esse cara. — Implorou.
Ignorando seu pedido, dei a volta, passando por ele, abri a porta e chamei Frances para entrar, o mesmo preferiu ficar do lado de fora.
Entrei, e ouvi os passos pesados do meu irmão me seguindo.
Na sala, todo mundo encontravam