O silêncio era espesso, quase sólido, quando Irina atravessou o corredor de paredes escuras e chegou à porta marcada com o número XIII. Ao contrário do primeiro encontro, o caminho até ali não a intimidava mais. Ela conhecia as sombras, tinha aprendido a dançar dentro delas.
Usava um robe de cetim vinho, levemente aberto na frente, revelando a lingerie preta de renda que abraçava seu corpo com precisão cirúrgica. Os saltos altos retumbavam discretamente no chão de madeira envernizada. Quando a