A morada do cartão que Marina tinha recebido levava-a a um edifício antigo, discreto, sem nenhuma identificação, e, mesmo no centro da cidade. Era um edifício mesmo muito discreto, muito elegante, e que passava completamente despercebido de todos os outros que o rodeavam.
Marina sentia o perigo do edifício.
Ela entrou sozinha, como o que fora exigido.
Ela não estava confortável com isso, e Kostas muito menos.
- Eu fico aqui – diz ele antes que ela saísse do carro e ela assinte com a cabeça e sa