CAPÍTULO 20 – XEQUE-MATE AO AMANHECER
VINCENT
O sol começava a rasgar o céu da cidade com tons de um laranja sangrento quando estacionei o carro na calçada da Valente Corp. Eu não usei a garagem privativa; queria que me vissem entrar. A dor do "incidente" na academia ainda se manifestava em pontadas incômodas, mas a adrenalina de carregar a destruição de Ricardo Menezes no bolso do meu paletó era o melhor analgésico do mundo.
Subi para o andar da presidência. O clima era de funeral para uns e d