CAPÍTULO 13 – ENTRADA NO COVIL

MAYA

Depois daquela mensagem eu não dormi. Passei a noite encarando o teto de gesso perfeito da suíte onde Arthur me instalou. O lençol tinha mais fios do que todas as roupas que eu já tive na vida, e o silêncio daquela cobertura era ensurdecedor. Cada vez que eu fechava os olhos, via o brilho dos flashes no meu apartamento e a imagem do meu uniforme dobrado, como o cadáver da mulher que eu costumava ser.

Quando o sol começou a surgir nos prédios de vidro da cidade, eu já estava de pé. No close
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