CAP. 57 — O SANGUE DO SOLIMÕES
POV YARA
— O seu pai deixou bem claro, Yara. Se o campeão falhou em derrubar o Caruã na arena, a gente termina o serviço pela beirada.
O pano de tucum com o selo vermelho do meu pai estalou na minha mão quando o amarrei com força. Olhei para Caio, o Delta que meu pai tinha designado para acompanhar a guarda do Solimões na nossa divisa. Ele estava em pé perto da fogueira de breu-branco, o rosto jovem marcado pela rigidez de quem só sabia obedecer sem questionar.
— Terminamos o serviço como? —