O vapor ainda pairava leve no ar, perfumado com lavanda e sândalo. Lyanna, envolta em um robe de tecido macio, penteava lentamente seus cabelos negros diante do espelho. A expressão era distante, os olhos focados em algum pensamento que não revelava.
Uma batida suave à porta interrompeu o silêncio.
— Quem deseja? — perguntou sem se levantar.
— Sou eu, minha filha — respondeu a voz grave e conhecida de Aldrak.
— Entra, pai — disse ela, deixando a escova repousar sobre a penteadeira.
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