A madrugada seguia densa e silenciosa, o céu coberto por nuvens pesadas. Dentro do quarto, Darian permanecia imóvel na poltrona, olhos semicerrados mas alerta a cada som, a cada movimento sutil.
Foi então que ele sentiu.
Um arrepio subiu pela sua nuca. O ar ficou denso, como se a atmosfera tivesse ficado elétrica. Ele abriu os olhos de vez, e no mesmo instante, o chão tremeu levemente.
— Merda… — murmurou.
Lyanna, adormecida, se contorcia no colchão. O rosto, antes sereno, agora franzido em