252- Sem propósito.
As luzes da cidade começavam a se acender quando Samir abriu os olhos. Já estavam diante dos imponentes portões do palácio.
Ele se ajeitou no banco e desceu assim que a porta foi aberta. Mal atravessou a grande entrada, Ali veio correndo ao seu encontro.
— Está feito, senhor.
— E onde está?
— Deixei no quarto.
Samir assentiu, olhando para o corredor vazio.
— Você pode ir.
Ali assentiu e saiu aliviado. O chefe parecia irritado.
Samir caminhou até a grande porta de vidro que dava para o jardim e