Francine bateu a mão sobre o baralho da mesa com força dramática.
— GANHEI! EU GANHEI! — comemorou, erguendo os braços como se tivesse acabado de vencer um campeonato mundial.
Malu caiu na risada.
Cássio afundou no sofá, derrotado.
— Isso é injusto — reclamou, fingindo mágoa. — Eu escolheria o nome perfeito. Poético. De impacto.
— Cassinho não é nome de bebê, Cássio — Francine atirou, rindo alto.
— Cassiana também não — Dorian completou, seco, mas claramente aliviado por não ter sido ele a escolher nada.
Malu juntou as cartas.
— E você, Dorian? Ficou em último. Até eu fiquei surpresa.
Ele ajeitou o relógio no pulso e deu de ombros.
— Eu não perco tempo com jogos.
— Aham, claro — Francine cutucou — por isso perdeu.
Ele suspirou, mas o canto da boca entregava que estava se divertindo de verdade.
Francine se levantou e pegou a bolsa.
— Vamos, amor. O bebê precisa dormir, e a mamãe também.
Dorian a olhou como se ainda estivesse se acostumando com aquela frase. Seus olhos simplesmente… bri