— Eu vi esse menino crescer. — disse com um meio sorriso. — Vi a mãe dele o tratar como adereço de vitrine e o pai como se fosse peso de ouro. Ele aprendeu a esconder o que sente porque, na casa onde cresceu, mostrar emoção era um convite para ser usado.
Francine murchou um pouco.
— Eu só... não sei lidar com isso. Ele me deixa nervosa. É como se estivesse sempre três passos à frente.
— Ele é assim mesmo — Denise completou. — Mas você é a única mulher que eu vi virar o jogo com ele. Desde