Francine desceu do avião com o coração disparado, como se cada batida denunciasse o peso da decisão que tinha tomado.
— Alô, Paris, Francine Morais chegou, vocês não perdem por esperar! — disse baixinho, enquanto descia do avião.
Paris não a recebeu com sorrisos, flores ou o charme que tantas vezes vira em filmes.
O aeroporto era barulhento, cheio de pessoas falando alto em uma língua que ela mal dominava, e por um instante, o arrependimento quase a sufocou.
Tinha mesmo sido sensato