Philip Caldwell – Narrando.
Apertei o telefone com força, enquanto sentia meu sangue ferver.
—Senhora, isso é uma ameaça? – Perguntei com a voz fria, ouvindo-a respirar fundo.
—Não é uma ameaça, doutor. É um fato. – Ela respondeu, com a voz mais calma, calculista. —O senhor irá se arrepender por não ter me ajudado.
—Eu não tenho nada a temer. – Respondi, firme. —Não te conheço. Não sou o agressor e não cometi nenhum crime. Acredite, não vou ser intimidado por uma desconhecida.
—É o que veremos,