Eu ainda estava tentando colocar meus pensamentos em ordem depois da conversa com Suelieta quando ouvi algumas batidas na porta do quarto.
Meu coração deu um pulo.
— Maria Rita, você está aí? — ouvi a voz de Augusto do outro lado.
Prendi a respiração.
Fiquei parada no meio do quarto, olhando para a porta como se ela pudesse se abrir sozinha.
— Maria Rita… — ele chamou outra vez. — Me desculpe por beijá-la ainda pouco. Podemos conversar?
Meu coração apertou.
Uma parte de mim queria abrir a porta