— Tô.
Ele sorriu daquele jeito calmo dele.
— Vou considerar.
Ficamos ali sentados, um olhando pra cara do outro. Não sei dizer quanto tempo passou. Talvez poucos segundos… talvez mais. Só sei que tinha alguma coisa diferente no ar.
Uma coisa que eu não sabia explicar.
Meu coração estava batendo meio descompassado desde que a gente começou aquela conversa sobre a roça, sobre minha infância, sobre Suelieta… e agora aquele silêncio parecia cheio demais.
Foi então que Augusto se aproximou.
Não foi