Depois que a porta fechou atrás de Beatriz e o silêncio se ajeitou dentro da casa, parecia que até o ar ficou mais leve. Helena ainda estava rindo, jogada no sofá, com a mão na barriga.
— Meu Deus, Maria Rita, você viu a cara dela?
— Vi sim, menina — respondi, tentando fazer voz séria. — Mas num é bonito ficá reparando na cara dos outro quando tão nervoso.
— Mas era impossível não reparar!
Eu balancei a cabeça, fingindo bronca, mas por dentro eu também tava achando graça. Aquela tal de Beatriz