Júlia Davenport
Não andei, eu corri até Lily. — Faz assim. — Mostrei a ela, crente, que a pequena coisinha traquina não sabia esfregar as mãos direito. — Vai sair. Tem que sair.
Mas meu desespero se amplificava a cada esfregada, sabão e mais sabão descendo pelo ralo sem nenhuma cor além do branco característico.
A mesma cor do meu rosto.
Quer dizer, por baixo da máscara tenebrosa, pelo menos.
— Jujuba... — Murmurou ao se dar conta de que também havia no meu rosto. Sequei as mãos dela com uma to