O hall de entrada da mansão Hale parecia uma colmeia em pleno funcionamento na manhã do dia trinta e um de dezembro. O som de passos apressados, o tilintar de cristais sendo descarregados e o aroma de flores frescas preenchiam o ar. No centro de todo aquele movimento estava Luna. Com o cabelo preso em um coque prático e um tablet em mãos, ela deslizava os dedos pela tela, conferindo cada item do cronograma que havia planejado meticulosamente.
— Não, as orquídeas brancas ficam no salão principal