A noite já tinha caído sobre a mansão, e o silêncio suave do lar se misturava ao som distante da chuva batendo nas janelas. Dean subiu as escadas apressado, os passos firmes, mas o coração leve — o mesmo coração que, a cada dia, parecia se aquecer mais ao pensar na filha. Abriu a porta do quarto infantil com cuidado, e o sorriso lhe escapou espontâneo ao ver a cena: Rachel ajeitava a pequena Roxy no colo, envolta em uma manta cor-de-rosa, a qual parecia ter sido feita com tanto amor, refletindo os primeiros dias de vida da bebê.
O abajur projetava um brilho ameno que tornava o momento quase sagrado, criando uma atmosfera cheia de acolhimento, onde as preocupações do mundo externo pareciam distantes e irrelevantes.
— E aí, filhota, — murmurou, com a voz suave, enquanto se aproximava devagar, como se cada movimento pudesse quebrar a mágica do momento. — Papai chegou.
Rachel se levantou de imediato, respeitosa, mas com um brilho gentil nos olhos que revelava