Enquanto isso, Rachel segurava Roxy no colo, balançando suavemente, como uma mãe que embala seu bebê em busca de acalmar, oferecendo conforto àquela criança tão pequena e vulnerável.
— O ambiente ao seu redor estava impregnado com o cheiro de mofo e umidade, criando uma sensação claustrofóbica que pesava sobre ela como um manto opressivo.
— As paredes escurecidas pareciam absorver toda a luz, tornando a sala um verdadeiro túmulo de esperanças e sonhos despedaçados.
— A bebê estava irritada, provavelmente devido a uma alergia que a fazia espirrar, um reflexo do ar abafado e denso que parecia preencher seus frágeis pulmões.
— Até mesmo um bebê consegue perceber o medo, especialmente quando se sente deslocado, longe do calor familiar do lar, como um passarinho órfão de seu ninho, abandonado em um mundo hostil.
— Rachel respirou fundo, sentindo a tensão acumulada em seu peito, como se cada respiração fosse um lembrete do seu aprisionamento.
—Encostou a testa na de Roxy, buscando cri