Ao amanhecer, Margarete estava sentada na ponta da cama, um vórtice de emoções se agitando dentro dela.
—As mãos rigidamente repousadas sobre o colo e o olhar fixo na pequena que dormia no berço improvisado ao lado refletiam o tumulto interno que a consumia.
— Roxy — o nome que ainda não sabia que carregava consigo — respirava suavemente, alheia ao mundo ao seu redor, como uma pétala solta levada pelo vento.
— Para Margareth, cada respiração da bebê era uma sinfonia delicada, uma melodia que a atraía para uma realidade complexa, repleta de inseguranças e esperanças renovadas.
— Passara a noite em claro, atormentada por pensamentos que a feriram como lâminas, cortando profundamente as cicatrizes que pensara ter enterrado anos atrás.
—As memórias se aproximavam de forma invasiva, trazendo à tona a marca distinta no peito da bebê, sua forma exata, a posição e a delicadeza que resgata feridas antigas.
Essa marca, em particular, simboliza