O homem mascarado se afastou um passo quando Margarete entrou no cativeiro, como se a presença dela mudasse a sensação do ambiente de forma palpável.
— O chão rangia sob os saltos dela, cada passo ecoando como um lamento em meio ao silêncio pesado do recinto.
—A luz fraca do abajur lançava sombras dançantes nas paredes sujas, iluminando Rachel caída em um estado vulnerável, dopada, com a respiração lenta e arrítmica.
— A pequena bebê ainda se encontrava aninhada em seu peito, inconsciente de todo o horror que a cercava.
—Margareth aproximou-se lentamente, como uma predadora avaliando sua presa, seu olhar fixo na cena diante dela.
— Não era por piedade, mas por um cálculo frio e clínico; seus atos emanava de um lugar profundo, além da própria razão, onde a lógica e a emoção se entrelaça em um jogo traiçoeiro.
Quando ela se inclinou para observar a criança, uma onda de sentimentos conflituosos a atingiu como um golpe inesperado.
— A