No silêncio do quarto, Lídia estava sentada na beira da cama, suas mãos deslizando lentamente pelo rosto.
O peso em sua consciência era mais intenso do que qualquer cansaço físico.
O celular descansava sobre o criado-mudo, com a tela iluminada exibindo “Sra. M.”, um lembrete constante das más decisões que tinha tomado. Ela respirou fundo, envolta em uma quietude que só era quebrada pelo suave tique-taque do relógio e pela respiração tranquila que vinha do quarto da bebê.