Aquela noite não trouxe descanso. Trouxe vigilância.
O corpo de Luna adormeceu primeiro, exausto demais para sustentar o medo por mais tempo. Ela dormia encolhida entre mim e Alexander, respirando fundo, como se cada inspiração fosse um pequeno ato de coragem. Alexander também acabou pegando no sono, mas era um sono leve, quebrado, o tipo que não se entrega por completo.
Eu não dormi. O eco interno não deixava. Não pulsava. Não ameaçava. Apenas… estava ali. Presente como um olhar sustentado tem