Nos dias que se seguiram Alexander passou a participar mais ativamente de nossas rotinas, a minha e a de Luna, deixando-nos ainda mais felizes. O que nós nem imaginavamos é que por trás de todo zelo, ele escondia a enorme angustia de como nos proteger antes e durante o ritual que ele planejava realizar para parar Victor.
-Alexander – chamei o buscando trazê-lo a realidade – Você estava tão distante, no que estava pensando?
-Nada demais, estou feliz em vê-las se divertindo. – Respondeu ele.
Como Luna não pode sair durante o dia, eu havia solicitado a montagem de alguns brinquedos para divertir Luna. E nós brincávamos juntas sob o olhar atencioso e preocupado de Alexander.
Quando a campainha tocou.
-Ding-dong, Ding-dong.
A porta foi aberta por Dolores, que terminava de realizar alguns serviços na cozinha da mansão.
-Você espera alguém? - perguntou Alexander, intrigado, já que a família não era dada a receber visitas.
Respondi com a cabeça que não, após colocar Luna para explorar mais u