A decisão que Alexander havia tomado não fora anunciada em voz alta. Ela se constituiu dentro dele como uma lâmina, forjada no escuro — silenciosa, inevitável e afiada o suficiente para cortar o destino, mas não o seu.
Enquanto Victor avançava novamente, o riso distorcido ecoando pela floresta, Alexander recuou alguns passos para trás. Não existia medo ali, mas ele compreendia que aquele era o momento que ele precisava agir.
— Acabou — Victor zombou. — Olhe ao redor, meu filho. Você já perdeu. Essa luta não importa mais, como era óbvio eu já venci.
Alexander ergueu o rosto devagar. O sangue ainda escorria, o corpo exigia que ele descansasse, mas seus olhos… seus olhos brilhavam com algo diferente, ele sentia, era o momento certo.
— Não — ele respondeu, a voz baixa, firme. — Ainda não acabou.
Zalut, que até então mantinha um círculo de contenção instável para impedir que a floresta inteira fosse consumida, começou a agir. O ar mudou com a magia que começou a emanar em uma frequênc