O vapor suave preenchia o banheiro, tornando o ambiente quase etéreo. Aurora relaxava na banheira, a cabeça apoiada no ombro de Henrique, enquanto a água morna envolvia os dois em um silêncio confortável. O mundo lá fora parecia distante, reduzido ao som das gotas escorrendo e ao ritmo tranquilo das respirações.
Henrique traçou círculos lentos na pele de Aurora, observando o jeito como ela se entregava ao momento. Depois de alguns minutos, perguntou, com voz baixa:
— Por que você escolheu ser