Ela me abraçou de repente, escondendo o rosto em meu peito.
— Você está arrependido! Eu sei que está, me desculpe, Murilo — sussurrou ela, a aflição evidente em sua voz.
Segurei seu rosto com delicadeza, fazendo com que ela me encarasse.
— Não estou arrependido. Sonhei muito com esse momento — ela respirou fundo, ainda confusa.
— Eu não entendo, Murilo. Estou me entregando a você, se tanto sonhou com isso, por que não quer ficar comigo?
— Você pode se arrepender mais tarde, e isso é o que eu qu